A IGREJA ORA E DEUS RESPONDE

NOTÍCIA DE ULTIMA HORA/ PR. OSCAR RECEBEU ALTA DA UTI

DIA: 22/10/2011, APÓS 2 MESES E 11 DIAS INTERNADO O PR. OSCAR DOMINGOS DE MOURA RECEBEU ALTA DA UTI E FOI PARA O QUARTO, SE ALIMENTANDO BEM, CONVERSANDO, ANDANDO, O PR. OSCAR DOMINGOS DE MOURA , COM AJUDA DE DEUS ATRAVÉS DAS ORAÇÕES, TENDO FORÇA E CORAGEM, VENCEU MAIS UMA DOENÇA (PANCREATITE), NÓS OS FILHOS ESPERAMOS ANSIOSOS NOSSO PAI NO QUARTO E QUANDO ELE CHEGOU FOI UMA FESTA, DEUS É FIEL! AGRADECEMOS A TODOS QUE ORARAM PELO NOSSO PASTOR, CONTINUEMOS INTERCEDENDO NAS ORAÇÕES.


PR. OSCAR DE ALTA DA UTI PARA O QUARTO

PR. OSCAR DE ALTA DA UTI PARA O QUARTO

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

EM QUEM CREMOS????

NOSSO CREDO

1. O mais objetivo e equipara-se à realidade bíblica, aprovado pelos apóstolos e escritores sacros.

ESPECIFICAÇÃO

1.1. CREMOS em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29)

1.1.1. Este princípio, embora divergenciado por Segmentos conservadores do catolicismo cristão, continua - e continuará - sendo nosso ponto doutrinário inalterado.

1.2. CREMOS na inspiração verbal (deveria-se acrescentar a palavra " PLENA ", ficando assim: "...inspiração plena e verbal...") da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé ( CONDUTA E PRÁTICA , ficando assim: "... única regra infalível de fé, conduta e prática"), normativa para a vida e o caráter cristão (II Tm 3.14-17).

1.2.1. Isto é de capital importância: crer na Bíblia Sagrada como única regra de fé e prática se constitui um marco para o sucesso e a propagação de Evangelho.

1.3. CREMOS no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34; At 1.9).

1.3.1. Aqui está a base do Cristianismo vivo, da interpretação escriturística do Livro Santo, auspiciada pelo passado e revelada no presente para a felicidade futura.

1.4. CREMOS na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que o podem restaurar a Deus (Rm 3.23; At 3.19).

1.4.1. A interpretação clara é que somente Cristo é capaz de reatar o relacionamento perdido entre o homem e Deus, sob a condição única e exclusiva da fé na obra de expiação realizada na cruz de Gólgota.

1.5. CREMOS na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos céus (Jo 3.3-8).

1.5.1. A condição prática do novo nascimento se coaduna com a necessidade do indivíduo perdido. Embora seja ele reconhecedor da necessidade do perdão pelos pecados cometidos, necessário se faz passar pelo processo do novo nascimento.

1.6. CREMOS no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9).

1.6.1. A fé aqui se torna no elo de ligação entre Deus e o homem. Depois de perdoados os pecados, a fé condiciona o homem à pratica da santificação, justificado, já, pelo sacrifício de Jesus Cristo.

1.7. CREMOS no batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12).

1.7.1. Como é uma ordenança para o salvo, o batismo é o primeiro sacramento e está relacionado ao professamento da fé e à obediência aos ensinamentos de Cristo, na forma simbólica de arrependimento, limpo do pecado e início duma nova vida.

1.8. CREMOS na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14; I Pe 1.15-16).

1.8.1. Uma vida santificada significa uma completa entrega e uma identificação total com o que Cristo foi e com o que Cristo é. Isto é possível, uma vez que o Espírito Santo se coloca entre o querer do homem e o poder de Deus, capacitando o ser criado a procurar essa identificação e, na dependência do Espírito Santo, viver vida santa aqui e agora.

1.9. CREMOS no batismo com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a Sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).

1.9.1. Os informes bíblicos sobre o Espírito Santo nos constrangem a reconhecê-Lo como o poder não criado, mas Criador e Deus Santo e Amante, transcendentalmente separado no Seu todo, mas pessoalmente presente e junto ao espírito humano. Reconhecer o poder do Espírito Santo é sustentar uma salutar experiência nesta vida, impulsionando o homem a conquistar o paraíso perdido na eternidade. A experiência glossológica é o marco desse poder e a necessidade de edificação espiritual e individual é tão necessária quanto é possível agora e sempre.

1.10. CREMOS na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a Sua soberana vontade (I Co 12.1-12).

1.10.1. Os dons carismáticos fazem parte na edificação da Igreja como um todo e estão ligados à experiência do batismo mo Espírito Santo, uma vez que o Espírito Santo é o Agente responsável para distribuí-los a cada um, de acordo com a Sua vontade, para o aprimoramento e perfeição dos que hão de herdar o Reino de Deus.

1.11. CREMOS na segunda vinda pré-milenial de Cristo, em duas fases distintas: primeiramente invisível ao mundo, para arrebatar a Sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação; segunda - visível e corporal, com Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (I Ts 4.16-17; I Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14).

1.11.1. A segunda vinda de Cristo é a consumação do cumprimento do Antigo Testamento e a esperança do Novo Testamento. É a viva realidade do realizado. Aquilo que Cristo realizou mediante a Sua morte e ressurreição, será levado à sua consumação pela Sua vontade gloriosa, confirmando a glorificação da Igreja já detentora duma glória, vista pelos não salvos por um período de mil anos e pelos salvos sentida por toda a eternidade.

1.12. CREMOS que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (II Co 5.10).

1.12.1. Comparecer ante o Tribunal de Cristo significa receber prêmios, não para juízo. Aqui serão revelados os feitos do cristão e aqui receberá cada um seu galardão, onde o eterno galardão será a entrada do povo fiel no Reino de Deus.

1.13. CREMOS no juízo vindouro que justificará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).

1.13.1. Em contraste ao Tribunal de Cristo está o Grande Trono Branco. Aquele justificará o justo e este condenará o injusto. Enquanto que aquele é o passaporte para a felicidade eterna, ao lado de Cristo e dos santos, no céu, este é o passaporte para a condenação dos infiéis, ao lado do diabo e seus anjos, no inferno.

1.14. CREMOS na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).

1.14.1. A recompensa do justo é o gozo permanente no desfruto da glória presente de Cristo por uma eternidade, sem as limitações impostas pelo tempo e pelo pecado. Por outro lado, a recompensa do injusto se traduz no eterno sofrimento de dor e pesar, vivida através do querer observador de Satanás e seus adoradores.

JUSTIFICATIVA:

* O Nosso credo está dentro de "uma fórmula fixa que sumariza os artigos essenciais da religião cristã e que goza da sanção da autoridade eclesiástica" (J. Kelly). São as sãs palavras traduzidas dos apóstolos que formam a base do ministério cristão que deve ser firmemente mantido e transmitido a outros, conforme os próprios homens apostólicos tinham recebido (I Co 11.23). Ademais, convenhamos, levando-se em contas que o credo apostólico estava acima de qualquer dúvida e era puro no seus sistema, o nosso está levado na substância pessoal e na interpretação dos interesses de uma minoria, soterrando um passado de glória, observando um futuro inglório.

Devemos rigidar o nosso conceito "credículo", isto é, chamando a todos que preguem o que traduz o nosso credo, uma vez está aí a síntese de toda doutrina cristológica. Destarte, estaremos preservando uma história e conservando o legado apostólico, algo sublime que marca a supremacia do nosso Movimento Pentecostal.

Um comentário:

  1. ESTE TEXTO FOI TIRADO DO SITE CENTENARIO DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL ENDEREÇO ELETRÔNICO:

    http://www.assembleiadedeus100.org.br/htm/cremos/cremos.htm

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